Diretor do Foro recebe representantes de Comissão Previdenciária da OAB em visita de institucional
Diretor do Foro, juiz federal Antônio José Araújo recebeu a visita de cortesia da Comissão de Direito Previdenciário, nesta quarta, 30
Crédito da foto: Secom JFAL
A Justiça Federal em Alagoas (JFAL) recebeu, na manhã desta quarta-feira, 30, representantes da Comissão de Estudos e Atuação Previdenciária da seccional alagoana da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB/AL). O encontro, realizado no gabinete do diretor do Foro, juiz federal Antônio José de Carvalho Araújo, e teve como foco o diálogo sobre temas de interesse da advocacia e o aperfeiçoamento da prestação jurisdicional, especialmente no âmbito dos Juizados Especiais Federais.
A presidente da Comissão, Irenny Karla, resumiu um pouco a motivação para a visita de cortesia.“São pontos que estudamos e fizemos com muito cuidado. Nosso primeiro passo é sempre conversar, para fornecer suporte”, disse. “Buscamos maior efetividade da prestação jurisdicional e propomos formas de colaboração”, acrescentou ela, acompanhada da secretária-geral da Comissão, Renata Castro e da secretária-geral adjunta, Lívia Lopes.
Integrantes da Comissão propuseram formas de colaboração com o trabalho da Justiça Federal
Crédito da foto: Secom JFAL
Construir soluções
Para o diretor do Foro, a interlocução permanente com a advocacia é fundamental para identificar dificuldades e construir soluções que contribuam para o aperfeiçoamento do sistema de Justiça. “A advocacia conhece de perto a realidade enfrentada pelos jurisdicionados e tem muito a contribuir. Precisamos manter uma postura permanente de escuta e diálogo, conhecendo também as dificuldades e limitações estruturais existentes, para que possamos construir consensos e buscar soluções possíveis”, afirmou Antônio José Araújo.
A organização e o fortalecimento dos Juizados Especiais Federais estão entre os temas prioritários da atual gestão da Direção do Foro. Segundo o magistrado, a questão ganha especial relevância diante do papel desempenhado pelos JEFs na garantia do acesso à Justiça, sobretudo para pessoas em situação de maior vulnerabilidade. “Temos desafios estruturais importantes, e justamente por isso o diálogo é indispensável. Quando Judiciário e advocacia compreendem as dificuldades existentes e trabalham de forma cooperativa, aumentamos nossa capacidade de encontrar caminhos para melhorar a prestação jurisdicional. O objetivo final é sempre oferecer um serviço de Justiça mais eficiente, acessível e próximo da sociedade”, concluiu o diretor do Foro.

