Live promovida pela JF5 avaliou primeiro mês de obrigatoriedade do PJE 2.X

Imagem: A live está disponível no canal da JFAL no youtube

A live está disponível no canal da JFAL no youtube

Fonte: JFAL

Representantes da Procuradoria da Fazenda Nacional (PFN), da Advocacia e do Tribunal Regional Federal da 5ª Região - TRF5 participaram, na tarde desta segunda-feira (1º/08), da live “PJe 2x: desafios no primeiro mês de obrigatoriedade”. Há 30 dias, o uso sistema tornou-se obrigatório para propositura e tramitação de ações nos Juizados Especiais Federais (JEFs) da 5ª Região. Durante o encontro virtual, que foi mediado pelo juiz federal auxiliar da Presidência TRF5, Marco Bruno Miranda, os participantes conversaram sobre os pontos positivos e negativos do sistema. O evento, promovido pela Justiça Federal da 5ª Região, foi transmitido pelo canal da Justiça Federal de Alagoas no YouTube.

A live contou com a participação do procurador da Fazenda Nacional Jovaldo Nunes, atualmente chefe da Divisão de Triagem e Atuação Virtual da Procuradoria Regional da Fazenda Nacional 5ª Região (PRFN5); do advogado Frederico Preuss Duarte, presidente da Comissão de Acompanhamento do PJe da Ordem dos Advogados do Brasil - Seccional Pernambuco (OAB/PE) e representante da OAB/PE no Comitê Gestor do PJe do TRF5; e da servidora do TRF5 Giselle Schmitz.

Para o procurador, a adaptação ao sistema foi tranquila, visto que a PFN já trabalhava com o PJe 2.x em outras áreas de jurisdição. Ele avaliou a mudança de sistema como positiva. “Vemos com bons olhos essa migração. Trabalhamos com vários sistemas na região e, com a obrigatoriedade do PJe 2.x, teremos um sistema a menos para atuar”, revelou. Frederico Duarte também apontou pontos positivos do sistema. “É muito confortável ter, agora, um PJe mais estável, mais evoluído. Apesar das resistências, inerentes a um processo cultural, temos um sistema capaz de atender aos anseios tanto de usuários internos quanto externos”, avaliou. O advogado também elogiou o recurso que permite, dentro do painel do advogado, a visualização dos processos em ordem cronológica de movimentação.

Representando os usuários internos, Giselle revelou que os impactos da transição do Creta para o PJe 2.x surpreenderam positivamente. Ela atribuiu o bom resultado ao fato de a JF5 ter planejado a mudança de forma gradual, utilizando o PJe 2.x de forma facultativa por, aproximadamente, um ano. “Fizemos um levantamento dos chamados que recebemos para resolver questões sobre o PJe 2.x e constatamos que as demandas aumentaram pouco, sendo a maior parte delas relacionadas ao cadastro e não a dificuldades operacionais”, destacou.

Durante a conversa, os participantes também apontaram questões que podem ser melhoradas no sistema, como funcionalidades do painel do usuário, possibilidade de realizar ações em lote e ausência de mensagens de erro específicas.

A live está disponível no canal da JFAL.

Por: Secom JFAL, com informações do TRF5
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